D.dinis
Português
Prof:
2012/2013
Índice
Introdução 3
Biografia de D. Dinis 4
Análise do poema 6
D. Dinis 6
Canto III 8
Estrutura externa 10
Estrutura interna 10 Estilo e linguagem 10
Conclusão 11
Bibliografia 12
Introdução
Este trabalho foi proposto no âmbito da disciplina de Português pela professora.
Este trabalho é para avaliação. Acho um bom tema. Este trabalho é para que possamos aprender mais sobre os nossos trabalhos individuais e para podermos ter criatividade nas nossas apresentações.
Vou começar a falar da vida de D. Dinis e depois fazer analises dos poemas e do canto III d´Os Lusíadas.
Biografia de D. Dinis
O rei D. Dinis foi o sexto rei da Primeira Dinastia, chamada Afonsina …exibir mais conteúdo…
O sujeito lírico recua no tempo e escuta o rei o rumor dos pinhais a ondulam (Metáfora de inspiração marítima).
Esta metáfora e a personificação contidas na expressão “é o rumor dos pinhais como o trigo do império” sugere que esse sussurrar pressentido por D. Dinis era fala misteriosa dos pinhais que já ondulavam na imaginação do poeta “como o trigo de império”.
Os pinhais contribuiriam para permitir a expansão portuguesa e esta criaria a riqueza do nosso império.
Este ondular invisível deixa já antever a aventura marítima e o império que lhe esta associado.
Na segunda estância, mantem-se a preocupação por parte do “eu” poético de nos fazer chegar o cantar do jovem rei e o “murmuro obscuro” dos seus pinhais. Na perspectiva do rei, o pressentimento embora obscuro de qualquer coisa grande que estava para vir, era “o som do presente desse mar futuro”.
A mensagem deste poema centra-se sobretudo no futuro e a razão disto poderá encontrar-se a partir do que para trás ficou dito: se a perspectiva temporal é a de D. Dinis, e este rei prepara as glórias futuras da sua grei, é evidente que a mensagem do poema se centra sobretudo no futuro.
Esse cantar era apenas um riacho que procurava o oceano.
Esta metáfora exprime como os portugueses começando quase do nada foram engrossando caudal das suas forças até chegarem à Índia.
O poema refere duas fases da nossa história: o ciclo terra (plantador de naus,